domingo, 27 de julho de 2014

Anthony Kiedis esteve presente no evento do UFC ontem (26/07/2014) em San Jose, California

O vocalista do Red Hot Chili Peppers, Anthony Kiedis, esteve presente para prestigiar o evento do UFC ontem, dia 26 de julho de 2014 em San Jose, California. No fim das lutas ele foi convidado pelo presidente do UFC, Dana White, para conhecer a lutadora polonesa Joanna Jedrzejczyk, que venceu a brasileira Juliana Lima por decisão unânime. 

 Fotos:





sábado, 26 de julho de 2014

Red Hot Chili Peppers - Live in Hyde Park (2004)


Live in Hyde Park é um álbum ao vivo lançado pelo Red Hot Chili Peppers no ano de 2004 via Warner Bros.

Os shows foram gravados ao longo de três noites de shows no Hyde Park, em Londres, em 19 de Junho, 20 e 25, de 2004, durante a turnê  Roll On The Red Tour. Estes três concertos tornaram-se os maiores concertos de bilheteria em um único local na história. Um álbum duplo compilado a partir destes três shows foi direto para o número 1 no Reino Unido e ficou lá por um total de duas semanas, com venda de cerca de mais de 120.000 mil cópias.

Dos oito álbuns de estúdio da Red Hot Chili Peppers, que foram lançados antes do Live in Hyde Park, apenas três são realmente representados no set list deste álbum - Blood Sugar Sex Magik, Californication e By the Way (o single "Fortune Faded", no entanto, foi apresentado apenas na banda na compilação Greatest Hits em 2003). "Under the Bridge" e "Give It Away" foram as únicas músicas de Blood Sugar Sex Magik. As músicas "Leverage of Space" e "Rolling Stone Sly" são exclusivos para esta coleção. A canção "Mini-Epic (Kill For Your Country)", que foi realizado, e originalmente planejado para esta versão, não foi tornado nas versões CD, provavelmente devido a questões delicadas sobre o tema da canção. No entanto, ele pode ser encontrado na maioria das gravações de vídeo exibindo os shows.


Tracklist:

Disco 1
"Intro" - 3:57
"Can't Stop" - 5:13
"Around the World" – 4:12
"Scar Tissue" – 4:08
"By the Way" – 5:20
"Fortune Faded" – 3:28
"I Feel Love" (Donna Summer cover) – 1:28
"Otherside" – 4:34
"Easily" – 5:00
"Universally Speaking" – 4:16
"Get On Top" – 4:06
"Brandy (You're a Fine Girl)" (Looking Glass cover) – 3:34
"Don't Forget Me" – 5:22
"Rolling Sly Stone" – 5:06

Disco 2
"Throw Away Your Television" – 7:30
"Leverage of Space" – 3:29
"Purple Stain" – 4:16
"The Zephyr Song" – 7:04
"Californication" – 5:26
"Right On Time" (Contains the intro of Joy Division's "Transmission") – 3:54
"Parallel Universe" – 5:37
"Drum Homage Medley" – 1:29
"Rock and Roll" (Led Zeppelin)
"Good Times Bad Times" (Led Zeppelin)
"Sunday Bloody Sunday" (U2)
"We Will Rock You" (Queen)
"Under the Bridge" – 4:54
"Black Cross" (45 Grave cover) – 3:30
"Flea's Trumpet treated by John" – 3:28
"Give It Away" – 13:17

Fotos do show:



Escute no YouTube o álbum todo:

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Review: Tradução do texto de John Frusciante sobre o EP "Outsides"

Matéria publicada no dia 20 de julho do ano passado aqui no blog.



No dia 27 de Agosto de 2013, John Frusciante irá lançar o seu novo EP Outsides mundialmente. Conforme anunciado antes, o EP sai em 14 de Agosto no Japão via Record Collection. A faixa bônus "Sol", disponível em alta qualidade de áudio, vem como um download imediato assim que você fizer à pré-encomenda.

No site oficial do John Frusciante, foi publicado um texto com assinatura do John sobre um novo lançamento. Confira o texto sobre o novo EP Outsides traduzido pela equipe do site Universo Frusciante:


Outsides consiste em um solo de guitarra de 10 minutos e duas abstratas peças musicais "out". Aqui eu uso a palavra "out" no mesmo sentido em que o termo foi usado no free jazz. É uma abordagem moderna aos conceitos de harmonia encontrados no free jazz dos anos 50/60 e em algumas músicas clássicas do século XX. Não emprego nenhum aspecto de harmonia do rock ou pop, e essa é basicamente a abordagem, apenas fazer música que não é confidente a nenhum centro, no PBX isso foi cedido pelo meu estilo de composição. Considero isso como trabalhar junto com linhas abstratas. Me mover para frente, fazer música sonoramente cheia sem recorrer a qualquer relacionamento musical familiar de harmonia para servir como base tem sido um objetivo meu há um bom tempo. Ambas as canções tem meu estilo de bateria e de solos de guitarra, mas ainda assim penso nelas como minha versão de música clássica moderna. Elas começam como orquestra, mas eu vou aonde a música me levar, e uso qualquer instrumento para expressar meus sentimentos, assim como uso aspectos de qualquer estilo. Por exemplo, em "Shelf", apesar da inconvencional tonalidade da sessão, fiquei surpreso ao descobrir que um solo de blues cairia bem. Inclusive, ambas as canções tem sessões de Acid.

A primeira canção, na contramão, é uma nova abordagem à forma do solo estendido. O efeito vem de uma improvisação entre bateria e guitarra, mas essas interações específicas entre esses instrumentos não poderia ter vez com um baterista tradicional e um guitarrista solo. É basicamente meu baterista dos sonhos, pois ele ouve e responde ao que estou tocando, e ainda também me dá uma sólida âncora para eu também responder, sem os habituais atrasos envolvidos nessas ações contrárias. Isso também me dá grandes espaços de silêncio, e então volta exatamente em um dos meus acentos, como se ele soubesse que eu iria tocar uma nota naquele preciso lugar. Essa interação impossível faz dupla com o fato de que o solo de guitarra foi feito para uma repetitiva versão de dois compassos de batida de bateria, então mais tarde eu retalho as batidas e elas interagem entre si e respondem ao solo nos inteiros 10 minutos. Uso apenas uma pausa na música inteira, tentando tirar o máximo que posso disso. É incrível quantas novas batidas podem ser encontradas em uma pausa de um compasso. Esse método de trabalho me permitiu uma unificação polirrítmica com a guitarra, enquanto a sagacidade da bateria permanece tão boa quanto a de um baterista funk que, de alguma forma, mentalmente, acompanha e completa cada polirritmo perfeitamente. Bateristas funk normalmente lideram suas bandas, enquanto bateristas ocupados que suportam solistas polirrítmicos precisam ouvir e serem guiados pelos solistas, e, ainda sobre essa canção, o baterista faz essas duas coisas ao mesmo tempo. 

Igualmente, os outros instrumentos vão mudando pela sessão e normalmente solos estendidos não tem sessões, por assim dizer. Eu mantenho uma consciência de ciclos de 16 compassos, visto que solistas de rock e suas bandas geralmente abandonam múltiplos de 8 compassos, e perdem vista da grande paisagem, daí os tediosos longos solos conhecidos. Em outras palavras, um cara normalmente sola sobre talvez uma base de dois compassos, e todo mundo naturalmente continua a ouvir espaços maiores, mas gradualmente esses espaços se tornam diferentes para cada pessoa ouvindo a música. Isso não apenas desconecta a audiência da banda, como também desconecta os membros da banda entre si. Esse é o efeito oposto em que o rock geralmente se esforça para alcançar. Assim, esse solo se move adiante, como uma canção faz, e a guitarra precisa mudar tons com a música do mesmo jeito que um vocalista precisa. Em solos estendidos, guitarristas camuflam essa inconveniência solando sobre bases musicais sólidas, chamadas vamps, ou solando sobre uma progressão de acordes em que os acordes variam nas mesmas 7 notas. Quando são apresentados a uma progressão assim, a maioria dos guitarrista faz uma melodia ou compõe um plano básico para o solo. Você não ouve pessoas improvisando um solo longo e balístico como esse sobre esse tipo de progressão estilo clássico/Tony Banks. Essa habilidade vem parcialmente do fato de que quando eu treinava junto com um CD, eu tocava uma parte e cantarolava o teclado, enquanto estava pensando em pelo menos uma outra parte, estava cantarolando o baixo e meus olhos seguiam as casas que a parte do baixo estaria se eu estivesse tocando-o. Se eu falho em "ver" as partes do baixo em algumas notas, eu volto e faço de novo até eu estar tocando a parte do teclado e ver as partes do baixo. Farei isso com todos os instrumentos até meu cérebro entender a relação própria de frequência e ritmo, e, fazendo isso, eu terei uma noção mental tão boa quanto eu poderia querer do "porquê" daquela peça musical me fazer me sentir como me sinto. Pequenos solos de guitarra sobre mudanças moduladas são particularmente iluminados usando esse método prático.Se um músico toca os acordes enquanto vê o solo e depois toca o solo enquanto vê os acordes, se torna claro o "porquê" de guitarristas terem escolhidos aquelas notas particulares como uma vez fizeram. Essa forma de treino é baseado no mesmo princípio musical básico que a guitarra base de Jimi Hendrix nos mostrou, que é que você pode pensar nos acordes e no solo ao mesmo tempo. Nós, guitarristas, previamente entendemos esse princípio como "Eu posso tocar acordes e solos ao mesmo tempo", mas hoje em dia, mais de 40 anos depois, podemos apreciar que foi essa habilidade de pensar nos acordes e no solo que o fez tocar naquele estilo, e um novo tipo de solar pode ser resultado desse engajamento nessa mesma ação mental, mas apenas tocando o solo. Allan Holdsworth sempre foi ótimo nisso, mas não estamos falando sobre jazz aqui. Guitarristas de rock geralmente não fazem muita questão de pensar em nada além de seu estilo de tocar num longo solo, e eu não poderia tocar desse jeito se não estivesse apto para dividir minha atenção entre meu sempre mutável ambiente musical e o meu próprio instrumento. Pirar enquanto você está mentalmente considerando duas percepções opostas na sua mão, é uma habilidade que músicos de rock como um todo ainda precisam desenvolver.

Esse estilo que estou tocando é basicamente o estilo que toco no PBX, mas agora eu tenho tocado desse jeito com um total abandono de prudência. Isso é mais um desenvolvimento mental do que físico. A dificuldade de tocar nesse estilo é pensar em duas melodias separadas, em duas séries diferentes, ao mesmo tempo, e executá-las em steps alternados para que ocorra uma passagem para uma melodia única. Esse princípio humildemente começou com os principais trabalhos de Robert Fripp nos anos 70, e foi muito desenvolvido com pessoas programando [sintetizadores] 303 e 202 nos anos 80, 90 e 2000.

Durante os últimos minutos do solo, a guitarra é tratada pelo meu sintetizador modular e seu sequenciador de 64 steps, recebendo muitos triggers de uma 606 drum machine modificada, e novamente, é um verdadeiro prazer adicionar numa improvisação ações musicais que estão coerentes com o pensamento do solista. Nesse caso, sou eu pirando com o som da minha guitarra com o mesmo abandono com que toquei o instrumento.

Rock é música eletrônica, totalmente dependente de circuitos eletrônicos e amplificação. Essa música dá nova vida ao antigo e popularmente descreditado estilo do rock de solos de guitarra estendidos, e isso também é progressive synth pop, a mesma coisa. Este EP tem 20 minutos de duração.

- John

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Dot Hacker - How's Your Process? (Work) - Album Trailer


A gravadora ORGMusic do grupo Dot Hacker, banda formada por Josh Klinghoffer (vocal, guitarra, teclado, Clint Walsh (guitarra), Jonathan Hischke (baixo) e Eric Gardner (bateria), publicou em sua página no YouTube o trailer em formato de áudio/vídeo do novo álbum de trabalho do grupo How's Your Process? (Work), lançado recentemente. 

Vídeo: 

 

The Ultimate Josh Klinghoffer Compilation 2011-2013

Josh Klinghoffer e Anthony Kiedis no Bonnaroo Music & Arts Festival 2012
O canal no YouTube RHCPtv6 publicou um vídeo de uma compilação das performances do guitarrista do Red Hot Chili Peppers, Josh Klinghoffer, ao longo da turnê I'm With You. Vale muito a pena ver!

Segue abaixo do vídeo todos os nomes das músicas, os nomes dos locais e os anos das apresentações:


Jam 5 - Beirut, Lebanon 2012
Universally Speaking - Portland, OR, USA 2012
Charlie - Vienna, Austria 2011
Fire - Milan, Italy 2012
Soul To Squeeze - Mexico City 2013
Hey - Colombia, NC, USA 2012
Dani California - Gelsenkirchen, Germany 2012
Dani California - Dover, DE, USA 2013
Meet Me At The Corner - Dover, DE, USA 2013
Factory of Faith - Guadalajara, Mexico 2013
Factory of Faith - St. Petersburg, Russia 2012
Factory of Faith - Dublin, Ireland 2012
Breaking The Girl - Tallinn, Estonia 2012
Theme From Laverne & Shirley - Milwaukee, WI, USA 2012
Don't Dream It's Over - Auckland, NZ 2013
Look Around - Austin, TX, USA 2012
Look Around - Tampere, Finland 2012
Strip My Mind - Athens, Greece 2012
Did I Let You Know - Istanbul, Turkey
Dosed - Athens, Greece 2012
Inhibition - Prague, Czech Repulic 2012
The Zephyr Song - Dover, DE, USA 2013
Quixoticelixer - Kiev, Ukraine 2012
That Jam - Adelaide, Australia 2013
Melodic Heartbroken Distorted Guitar Part Jam - Hangout Festival, USA 2012
Punk Disco Jam - Werchter, Belgium 2012
Good Time Boys - Adelaide, Australia 2012
Especially In Michigan - Detroit, MI, USA 2013
Soul To Squeeze - New Orleans, LA, USA 2012
Snow ((Hey Oh)) - Minneapolis, MN, USA 2012
Blood Sugar Sex Magik - Perth, Australia 2013
I Could Have Lied - Cape Town, South Africa 2013
I Could Have Lied - Kansas City, MO, USA 2012
If You Have To Ask - Coachella, Indio, CA, USA 2013
If You Have To Ask - Seattle, WA, USA 2012
Californication - Sydney, Australia 2013
Otherside - Edmonton, AB, Canada 2012
Scar Tissue - Mexico City, Mexico 2013
Can't Stop - Guadalajara, Mexico 2013
Don't Forget Me - Ottawa, Canada 2012
Wet Sand - Sofia, Bulgaria 2012
Snow ((Hey Oh)) - Saskatoon, SK, Canada 2012

terça-feira, 22 de julho de 2014

Red Hot Chili Peppers: Red Hot Skate Rock (1987)


Red Hot Skate Rock é um filme de 30 minutos da banda Red Hot Chili Peppers filmado em 20 de setembro de 1987 durante a turnê do The Uplift Mofo Party Plan (Anthony Kiedis, Flea, Hillel Slovak e Jack Irons) e foi lançado pela Vision Street Wear em Los Angeles, Califórnia. 

Foi lançado como VHS em 1988 e a Vision o relançou em 2002 para DVD. Além do show, o filme mostra demonstrações de skate por skatistas como Tony Hawk, Steve Caballero, Chris Miller e outros skatistas profissionais. 

Set list: 

1. Out in L.A. 
2. Me and My Friends 
3. Blackeyed Blonde 
4. Fight Like a Brave 
5. Catholic School Girls Rule/What Is Soul?/Whole Lotta Love/Back in Black 
6. Mommy Where's Daddy 
7. Love Trilogy 
8. Fire 

Vídeo: 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Josh Klinghoffer falou sobre seu amor por discos de vinil para a Vinyl District

Matéria publicada pelo site Vinyl District e  traduzida por Alessandra do site Josh-klinghoffer.org em junho de 2014.

"Enquanto eu crescia, pelo o que consigo lembrar, havia uma torre enorme na sala de estar... álbuns do meu pai."
"Era uma estante cheia, cerca de sete metros de altura. Eu me lembro que era da onde vinha todos os sons incriveis e imagens. De Culture Club até os álbuns dos Beattles! Eu posso dizer que meu pai não gostava que eu ficasse mexendo naquilo que ele passou um enorme periodo de tempo construindo, organizando e fazendo a manutenção. Com certeza, essa atitude me fazia querer mexer naquilo ainda mais, mas eu tinha que fazer isso com muito cuidado, secretamente e acima de tudo com (muito) respeito. Eu tratava cada um daqueles disco de vinil coloridos de doze polegadas como obras de arte. Meu amor e reverência por álbuns, nascia.


Minha geração, bem... era a geração dos CDs. Eu fiz com os meus CDs a mesma coisa que o meu pai fazia. Exatamente a mesma coisa. O mesmo cuidado, separados em ordem alfabética com uma organização meticulosa. Quando eu era criança, sempre que surgia um dinheiro extra, eu sempre comprava álbuns especiais em vinil. Lentamente construia minha própria coleção. Depois de me mudar e os realocar às pressas algumas vezes, os CDs tornaram-se um fardo, em um momento de crise financeira e inquietação, eu tomei a decisão de só colecionar discos de vinil! Foi uma decisão ousada e eu quase chorei quando vi meus amados CDs sendo colocados um por um em uma caixa como se fossem criancinhas desprezadas.



Felizmente, todo o público de compradores de música seguiram o mesmo caminho para que o vinil voltasse! Eu sinto que, nós sempre iremos querer ter o que é nosso, em nossas mãos, se pudermos. Quando ouvimos o que amamos, nós queremos ser capazes de tocar em algo, como uma forma de agradecimento. Eu não sei. Eu amo comprar discos. Eu adoro voltar pra casa com uma pilha de coisas novas pra explorar. Eu amo cada vez mais os convites do vinil, quase exigem sua atenção. É fisico. Você pode ouvi-lo funcionando. Agora eu estou prestes a começar a decidir onde eu vou construir uma nova prateleira para meus discos, pois com os que eu possuo atualmente, estou oficialmente do lado de fora do quarto.
Discos de Vinil. Álbuns. Eu os amo." - Josh Klinghoffer
Créditos: thevinyldistrict.com Tradução: josh-klinghoffer.org

domingo, 20 de julho de 2014

Dot Hacker - Sermon of Sorts (letra da música)

O guitarrista do Red Hot Chili Peppers, Josh Klinghoffer, segue firme e forte em seu projeto paralelo neste ano de 2014. Sua banda "Dot Hacker" está atualmente trabalhando em seu segundo álbum, "How’s Your Process? (Work)".

Será postado aqui no blog todas as letras das músicas do novo álbum do grupo Dot Hacker (projeto paralelo de Josh Klinghoffer). A sexta letra de música será da faixa nº 6 "Sermon of Sorts" do álbum "How's Your Process? (Work)"

Dot Hacker - Sermon of Sorts

Sermon of Sorts

Here on your doorstep
With history before you
Watch me fuck up again
I’m always punishing
Say a prayer for me now
With all the beauty in the world
At our vile little fingertips
I can’t help where the gavel slams
Elephants tied to a daisy
Babies left on doorsteps
Slow erosion of all hope and faith
I wish I could say it matters
You claim and you cry
Histrionics and all the lying
I was sworn to protect you from the crazy, the crazies, the crazy out there
I am the son
I am the sun
I am the son
When you are done with me
Let me go free
I swear I won’t bother anyone
I am the son
I am the son
All I ever wanted to be
Was your angel
Peace be you and also with
I’ve got my work cut out for me
Climbing the resistance mounting
You can run but you can’t come anywhere near hiding
We are likely to bleed for a bit
You can climb and crawl to the top of the cliff
That I’d fall you off of
You said I would fly
Head for the sun
Get lost in the sun/son
I swear I’d follow you anywhere
We are the sum
Of all we have done
Beware who’ll follow you
Beware of what comes
After all we have done
Can’t stay this dumb forever
Let this be done
So we can get on
You can laugh at me all you want

sexta-feira, 18 de julho de 2014

#HappyBDay Jack Irons!


Jack Irons Steven (nascido em 18 julho de 1962 em Los Angeles, Califórnia) é um músico americano que é mais conhecido como o ex-baterista de bandas de rock norte-americana, Red Hot Chili Peppers, Eleven, e Pearl Jam.

Nascido e crescido em Los Angeles, Califórnia, Irons cresceu usando talheres de sua família como baquetas, tocando junto ao que era no rádio. Ele falou pra seus pais para comprar um conjunto de percussão, e tomou um tambor de classe. Irons participou do Bancroft Jr. High School, em Hollywood, onde se encontrou com futuros colegas de banda Michael "Flea" Balzary e Hillel Slovak. Ele então passou a freqüentar Fairfax High School, em Los Angeles ao lado de Flea e Hilel, bem como futuros colegas de banda Anthony Kiedis e Alain Johannes.

Jack Irons tocou bateria na banda da escola e orquestra. Ele e Hilel Slovak foram os fãs do Kiss, e eles formaram um ato de homenagem. Irons foi influenciado por Jack DeJohnette, Stewart Copeland e Keith Moon.

Jack Irons é conhecido por ser um dos fundadores dos Red Hot Chili Peppers e você pode ouvir ele tocando bateria no terceiro álbum dos Red Hot Chili Peppers, The Uplift Mofo Party Plan, em 1987, bem como sobre a cobertura da banda da música "Fire" (originalmente escrita por Jimi Hendrix) e o primeiro lançado pelo Red Hot Chili Peppers no álbum The Abbey Road EP de 1988.

Foi induzido no Hall da Fama do Rock em abril de 2012, como membro do Red Hot Chili Peppers.

Congratulations Jack Irons, we fans from Brazil wish you lots of happiness and luck!

Dot Hacker - Whatever You Want (letra da música)

O guitarrista do Red Hot Chili Peppers, Josh Klinghoffer, segue firme e forte em seu projeto paralelo neste ano de 2014. Sua banda "Dot Hacker" está atualmente trabalhando em seu segundo álbum, "How’s Your Process? (Work)".

Será postado aqui no blog todas as letras das músicas do novo álbum do grupo Dot Hacker (projeto paralelo de Josh Klinghoffer). A quinta letra de música será da faixa nº 5 "Whatever You Want" do álbum "How's Your Process? (Work)"


Dot Hacker - Whatever You Want

Whatever You Want

Whatever you say is so
Careful how you proceed
What you wish for
They know
Words that break bones
Bones pick their moments
Like glass houses pick stones
Should I be hammered home
Do I relate to the choice to
Condem or condone
Give me a chance
A fighting one
To atone
Whatever you say is already known
Why are you so opposed
You’re so brazen
With you’re being alone
It’s all for the taking, no?
Whatever you start over
You always keep the dead close
You want dramatic pause
To rewrite laws
Your cover’s blown
Whatever you say is already known
I see you walking away
See the back of my hand
Already turned away
You can do whatever you want
You alone could save the day
If it wouldn’t kill you to say
One wrong move
It could set it off I see
You fortifying
You wanna battle me
Whatever you say knows
Exactly what it is
That’s why you can’t let it go
Give me a chance to go
Where my heart will
Without thinking you know
Whatever you break you own
It’s no accident I’m prone
To go agaisnt everything that I know
You can
Whatever you want

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Dot Hacker - Elevator (letra da música)

O guitarrista do Red Hot Chili Peppers, Josh Klinghoffer, segue firme e forte em seu projeto paralelo neste ano de 2014. Sua banda "Dot Hacker" está atualmente trabalhando em seu segundo álbum, "How’s Your Process? (Work)".

Será postado aqui no blog todas as letras das músicas do novo álbum do grupo Dot Hacker (projeto paralelo de Josh Klinghoffer). A quarta letra de música será da faixa nº 4 "Elevator" do álbum "How's Your Process? (Work)"

Dot Hacker - Elevator

Elevator

No elevator
Will take you to the top of whatever you think up and down is
You can’t perceive them the up and the down
You can’t perceive them the ups and the downs
Visualization is vertical the top lays to you
Am I right? Am I lying?
No celebration even with a leg up still fall short, no competition
You can’t compete with them, they’ve already won
You can’t compete with them, they’ve already won
But if your eyes are open, your heart is open, your life is open wide
Your life is open, your life is open, your life is open wide
You’re at the top of the bottom of the barrel and you’re lost upside down
This thing is stuck going up up, going down and I can’t til it’s done
You can’t concede that you have no control
You can’t concede that you have no control
But if your eyes are open, your heart is open, your life is open wide
The world opened around, you fall guys around you, your life is open wide

terça-feira, 15 de julho de 2014

03 anos de divulgação do single "The Adventures of Rain Dance Maggie" na internet


Hoje, 15 de julho de 2014, completa 03 anos de lançamento do single The Adventures of Rain Dance Maggie na internet. 

O single do Red Hot Chili Peppers, The Adventures of Rain Dance Maggie, foi divulgado na internet na sexta-feira (dia 15/07/2011). A música estava prevista para ser lançada somente no dia na segunda-feira (dia 18/07/2012), mas vários blogs e sites começaram a espalhar a faixa pela rede na tarde da sexta-feira.

    

Red Hot Chili Peppers - Universally Speaking [Official Music Video]

Hoje, 15 de julho de 2014, o videoclipe de "Universally Speaking" completa 11 anos de lançamento. O vídeo foi lançado em 15 de julho de 2003 e foi dirigido por Dick Rude.

 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Dot Hacker - Floating Up the Stairs (letra da música)

O guitarrista do Red Hot Chili Peppers, Josh Klinghoffer, segue firme e forte em seu projeto paralelo neste ano de 2014. Sua banda "Dot Hacker" está atualmente trabalhando em seu segundo álbum, "How’s Your Process? (Work)".

Será postado aqui no blog todas as letras das músicas do novo álbum do grupo Dot Hacker (projeto paralelo de Josh Klinghoffer). A terceira letra de música será da faixa nº 3 "Floating Up the Stairs" do álbum "How's Your Process? (Work)"

Dot Hacker - Floating Up the Stairs

Floating Up the Stairs

Look at a life
And the one beside
Now look the other way
These futures forming
From the get go day one
Will be better than
Or is expected to be
Tell me who’s fortunate
Incendiary remark my words
They shouldn’t mean a thing
Even with how mean I like to be
Come rake me over
New form of torture
One more time
I’ll do it to mine
And look the other way
You’ll never measure up
Up up and away
Way beyond anywhere you think
You’ll be able to reach higher
Everything is about getting higher
Farther, faster, bigger, better
Way bigger than you’ll ever be
You tiny little swine
Offer nothing kind to anyone
Should’ve never been not good enough
Look at that It’s awful remarks
My words stockpile
Short fuse
Fusillade
Combustion
Bust open
Comparison
Tell me who’s fortune you want
This California
Kind of torture
Where the sun shines
All the time
Can I just look away?
Way beyond comparison
If that exists
I’ll meet you there
Way upon the stairs I’ve floated up…
When it began
Run comparison
Damage in other ways
Abilities, fortunes
Outcome pear shaped
Off course mistakes
Everything better than
They really did a number on you
One more time
I’ll walk on the mine
I looked the other way
Way beyond wildest imaginations
You can be, you can be
Way above the stars I’m wishing on
There’s always higher, there’s always higher
Way beyond comparison
This one, that one
Way above the stars we’re shooting for
You can see
You can see.

domingo, 13 de julho de 2014

Review: John Frusciante - Outsides EP (2013)

Álbum: Outsides EP
Gravadora: Record Collection
Data de lançamento: 14 de Agosto no Japão | 27 de Agosto de 2013 mundialmente
Gênero: Experimental Rock, Free JazzProgressive Synth Pop

Faixas: 
01 - Same
02 - Breathiac
03 - Shelf
04 - Sol (Faixa bônus da versão Japonesa)

Descrição do Álbum: 
Outsides consiste em um solo de guitarra de 10 minutos e duas abstratas peças musicais "out". Aqui eu uso a palavra "out" no mesmo sentido em que o termo foi usado no free jazz. É uma abordagem moderna aos conceitos de harmonia encontrados no free jazz dos anos 50/60 e em algumas músicas clássicas do século XX. Não emprego nenhum aspecto de harmonia do rock ou pop, e essa é basicamente a abordagem, apenas fazer música que não é confidente a nenhum centro, no PBX isso foi cedido pelo meu estilo de composição. Considero isso como trabalhar junto com linhas abstratas. Me mover para frente, fazer música sonoramente cheia sem recorrer a qualquer relacionamento musical familiar de harmonia para servir como base tem sido um objetivo meu há um bom tempo. Ambas as canções tem meu estilo de bateria e de solos de guitarra, mas ainda assim penso nelas como minha versão de música clássica moderna. Elas começam como orquestra, mas eu vou aonde a música me levar, e uso qualquer instrumento para expressar meus sentimentos, assim como uso aspectos de qualquer estilo. Por exemplo, em "Shelf", apesar da inconvencional tonalidade da sessão, fiquei surpreso ao descobrir que um solo de blues cairia bem. Inclusive, ambas as canções tem sessões de Acid.

A primeira canção, na contramão, é uma nova abordagem à forma do solo estendido. O efeito vem de uma improvisação entre bateria e guitarra, mas essas interações específicas entre esses instrumentos não poderia ter vez com um baterista tradicional e um guitarrista solo. É basicamente meu baterista dos sonhos, pois ele ouve e responde ao que estou tocando, e ainda também me dá uma sólida âncora para eu também responder, sem os habituais atrasos envolvidos nessas ações contrárias. Isso também me dá grandes espaços de silêncio, e então volta exatamente em um dos meus acentos, como se ele soubesse que eu iria tocar uma nota naquele preciso lugar. Essa interação impossível faz dupla com o fato de que o solo de guitarra foi feito para uma repetitiva versão de dois compassos de batida de bateria, então mais tarde eu retalho as batidas e elas interagem entre si e respondem ao solo nos inteiros 10 minutos. Uso apenas uma pausa na música inteira, tentando tirar o máximo que posso disso. É incrível quantas novas batidas podem ser encontradas em uma pausa de um compasso. Esse método de trabalho me permitiu uma unificação polirrítmica com a guitarra, enquanto a sagacidade da bateria permanece tão boa quanto a de um baterista funk que, de alguma forma, mentalmente, acompanha e completa cada polirritmo perfeitamente. Bateristas funk normalmente lideram suas bandas, enquanto bateristas ocupados que suportam solistas polirrítmicos precisam ouvir e serem guiados pelos solistas, e, ainda sobre essa canção, o baterista faz essas duas coisas ao mesmo tempo. 

Igualmente, os outros instrumentos vão mudando pela sessão e normalmente solos estendidos não tem sessões, por assim dizer. Eu mantenho uma consciência de ciclos de 16 compassos, visto que solistas de rock e suas bandas geralmente abandonam múltiplos de 8 compassos, e perdem vista da grande paisagem, daí os tediosos longos solos conhecidos. Em outras palavras, um cara normalmente sola sobre talvez uma base de dois compassos, e todo mundo naturalmente continua a ouvir espaços maiores, mas gradualmente esses espaços se tornam diferentes para cada pessoa ouvindo a música. Isso não apenas desconecta a audiência da banda, como também desconecta os membros da banda entre si. Esse é o efeito oposto em que o rock geralmente se esforça para alcançar. Assim, esse solo se move adiante, como uma canção faz, e a guitarra precisa mudar tons com a música do mesmo jeito que um vocalista precisa. Em solos estendidos, guitarristas camuflam essa inconveniência solando sobre bases musicais sólidas, chamadas vamps, ou solando sobre uma progressão de acordes em que os acordes variam nas mesmas 7 notas. Quando são apresentados a uma progressão assim, a maioria dos guitarrista faz uma melodia ou compõe um plano básico para o solo. Você não ouve pessoas improvisando um solo longo e balístico como esse sobre esse tipo de progressão estilo clássico/Tony Banks. Essa habilidade vem parcialmente do fato de que quando eu treinava junto com um CD, eu tocava uma parte e cantarolava o teclado, enquanto estava pensando em pelo menos uma outra parte, estava cantarolando o baixo e meus olhos seguiam as casas que a parte do baixo estaria se eu estivesse tocando-o. Se eu falho em "ver" as partes do baixo em algumas notas, eu volto e faço de novo até eu estar tocando a parte do teclado e ver as partes do baixo. Farei isso com todos os instrumentos até meu cérebro entender a relação própria de frequência e ritmo, e, fazendo isso, eu terei uma noção mental tão boa quanto eu poderia querer do "porquê" daquela peça musical me fazer me sentir como me sinto. Pequenos solos de guitarra sobre mudanças moduladas são particularmente iluminados usando esse método prático.Se um músico toca os acordes enquanto vê o solo e depois toca o solo enquanto vê os acordes, se torna claro o "porquê" de guitarristas terem escolhidos aquelas notas particulares como uma vez fizeram. Essa forma de treino é baseado no mesmo princípio musical básico que a guitarra base de Jimi Hendrix nos mostrou, que é que você pode pensar nos acordes e no solo ao mesmo tempo. Nós, guitarristas, previamente entendemos esse princípio como "Eu posso tocar acordes e solos ao mesmo tempo", mas hoje em dia, mais de 40 anos depois, podemos apreciar que foi essa habilidade de pensar nos acordes e no solo que o fez tocar naquele estilo, e um novo tipo de solar pode ser resultado desse engajamento nessa mesma ação mental, mas apenas tocando o solo. Allan Holdsworth sempre foi ótimo nisso, mas não estamos falando sobre jazz aqui. Guitarristas de rock geralmente não fazem muita questão de pensar em nada além de seu estilo de tocar num longo solo, e eu não poderia tocar desse jeito se não estivesse apto para dividir minha atenção entre meu sempre mutável ambiente musical e o meu próprio instrumento. Pirar enquanto você está mentalmente considerando duas percepções opostas na sua mão, é uma habilidade que músicos de rock como um todo ainda precisam desenvolver.

Esse estilo que estou tocando é basicamente o estilo que toco no PBX, mas agora eu tenho tocado desse jeito com um total abandono de prudência. Isso é mais um desenvolvimento mental do que físico. A dificuldade de tocar nesse estilo é pensar em duas melodias separadas, em duas séries diferentes, ao mesmo tempo, e executá-las em steps alternados para que ocorra uma passagem para uma melodia única. Esse princípio humildemente começou com os principais trabalhos de Robert Fripp nos anos 70, e foi muito desenvolvido com pessoas programando [sintetizadores] 303 e 202 nos anos 80, 90 e 2000.

Durante os últimos minutos do solo, a guitarra é tratada pelo meu sintetizador modular e seu sequenciador de 64 steps, recebendo muitos triggers de uma 606 drum machine modificada, e novamente, é um verdadeiro prazer adicionar numa improvisação ações musicais que estão coerentes com o pensamento do solista. Nesse caso, sou eu pirando com o som da minha guitarra com o mesmo abandono com que toquei o instrumento.

Rock é música eletrônica, totalmente dependente de circuitos eletrônicos e amplificação. Essa música dá nova vida ao antigo e popularmente descreditado estilo do rock de solos de guitarra estendidos, e isso também é progressive synth pop, a mesma coisa. Este EP tem 20 minutos de duração.

- John

Agradecimentos: Universo Frusciante

Músicas:

Same 

 Breathiac 

Shelf
   

 Sol 

13/07: Dia Mundial do Rock no Brasil!


Hoje, 13 de julho de 2014, comemora-se o Dia Mundial do Rock, uma data que deve ser lembrada por todos nós, fãs de uma das maiores e melhores bandas do rock mundial, o Red Hot Chili Peppers!

História do Dia Mundial do Rock
O dia 13 de julho é conhecido no Brasil como Dia Mundial do Rock. A data celebra anualmente o rock e foi escolhida em homenagem a um megaevento que aconteceu em 1985 por Bob Geldof. A celebração é uma referência a um desejo expressado por Phil Collins, participante do evento, que gostaria que aquele fosse considerado o "dia mundial do rock".

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia. O evento chamou a atenção por contar com a presença de muitos artistas famosos na época. Entre os participantes, estavam The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.

Os shows foram transmitidos ao vivo pela BBC para diversos países e abriram os olhos do mundo para a miséria no continente africano.

Em 2005, 20 anos depois do primeiro evento, Bob Geldof organizou o Live 8, uma nova edição com estrutura maior e shows em mais países. Dessa vez o objetivo foi pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres e erradicar a miséria do mundo.

No Live 8 o Grupo de Rock Britânico Pink Floyd se reuniu em sua formação clássica pela primeira vez depois de 20 anos de separação.

Comemoração somente no Brasil
Apesar de se chamar "Dia Mundial do Rock", a data só é comemorada no Brasil. Ela começou a ser celebrada em meados dos anos 1990, quando duas rádios paulistanas especializadas em rock - 89 FM e 97 FM - começaram a mencionar a data em sua programação. A celebração foi amplamente aceita pelos ouvintes e, em poucos anos, passou a ser popular em todo o país. Entretanto, essa data é completamente ignorada em todo o resto do mundo.

Outros países e localidades não têm uma data específica para celebrar esse estilo musical ou têm outras datas. Nos EUA, poucas pessoas comemoram a data no dia 9 de julho, em homenagem ao programa "American Bandstand, de Dick Clark, que estreou nessa data. O programa ajudou a popularizar o rock and roll nos EUA.

Para comemorar o nosso dia mundial do rock, nada melhor que ver o discurso e apresentação do Red Hot Chili Peppers no Rock And Roll Hall of Fame 2012, traduzida pelo site RHCP Brasil:

sábado, 12 de julho de 2014

“Elevator”, nova música do álbum “How is Your Process?” do grupo Dot Hacker

Matéria publicada no site Speackeasy (The Wall Street Journal) e traduzida por Alessandra no site josh-klinghoffer.org no dia 10 de junho de 2014.

Nas raras ocasiões em que Josh Klinghoffer não está em turnê, compondo ou gravando com o Red Hot Chili Peppers, o guitarrista se mantém ocupado com sua outra banda, Dot Hacker. O grupo estréia hoje uma nova música, “Elevator”, do album a ser lançado neste verão, o primeiro dos dois álbuns previstos para este ano. 

A banda Dot Hacker foi formada em 2008 quando Klinghoffer, o guitarrista Clint Walsh e o baterista Eric Gardner – que já haviam estado juntos em turnê com Gnarls Barkley – juntaram forças com o baixista Jonathan Hischke, ao qual Klinghoffer já conhecia. A música “Elevator” é daquele tempo, diz Klinghoffer a Speakeasy. 

“Ela teve uma jornada bem devagar, para cima e para baixo, como um elevador”, diz Klinghoffer. “Às vezes quando eu a ouvia, achava que era a melhor coisa que eu já tinha ouvido, e às vezes eu a achava detestável.” 

Ela caiu para a segunda opção para seus companheiros de banda quando Klinghoffer a tocou para eles em 2008, então eles a deixaram de fora do “Inhibition”, primeiro álbum do Dot Hacker que foi lançado em 2012. Hischke veio com uma linha de baixo que ele gostava pra ela, porém, e, eventualmente, os outros acrescentaram também. “Tornou-se a música favorita de Eric”, diz Klinghoffer. Gardner e Hischke travaram o ritmo lento da faixa que apresenta teclados atmosféricos, uma mistura de uma ótima e tripla guitarra com um som rico de violão e os vocais intimidadores de Klinghoffer. 

Com uma agenda bem definida com os Chili Peppers no ano passado, o Dot Hacker gravou nas várias brechas a partir de dezembro de 2012 e encerrando no Natal passado. Devido ao fato dos músicos terem grande dificuldade em decidir quais músicas poderiam deixar de fora do novo álbum, eles o dividiram em dois: “How’s Your Process? (Work)” e “How’s Your Process? (Play).” O primeiro será lançado em 1º de Julho e o segundo está previsto para ser lançado em Setembro, ambos via Org Music. 

*** ATUALIZAÇÃO: A segunda parte do álbum, entitulada “How’s Your Process? (Play)”, será lançada em 7 de Outubro. 

Há também outra vantagem em lançar o álbum em dois lotes. Klinghoffer está agora ocupado trabalhando no novo álbum dos Red Hot Chili Peppers, e os demais estão ocupados com outros projetos, o Dot Hacker não poderá fazer turnês por agora. Ao lançar dois álbuns de curta duração, o nome da banda irá circular duas vezes esse ano, e não somente uma vez, diz Klinghoffer. 

“Nós não temos uma existência normal ou trajetória normal ou presença”, diz Klinghoffer. “Normalmente nós estaríamos indo em turnê ou que haveria algum tipo de aparato em movimento.” 

Creditos: http://blogs.wsj.com/speakeasy 
Tradução: Josh-klinghoffer.org

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Pedais de Josh Klinghoffer em 2007 - Por: John Frusciante effects

Matéria feita por John Frusciante effects e postado no site Universo Frusciante falando sobre os pedais utilizados por Josh Klinghoffer em seu apoio a John Frusciante na turnê mundial do álbum Stadium Arcadium no ano de 2007.

Muito se especulava sobre os pedais utilizados por Josh Klinghoffer em seu apoio a John Frusciante no final da turnê de Stadium Arcadium. Com base em algumas imagens, videos e pesquisas na internet chegamos a quase que um ponto final sobre essas especulações.





Guitarras:
1963 Fender Stratocaster Olympic White
1965 Fender Telecaster Sunburst
Martin 0-15

Pedais:
Boss DS-2 Turbo Distortion
Boss XT-2 Xtortion
Ibanez WH-10 V1
MXR Phase 100
Moog MF-105 MuRF
Moog MF-101 Low Pass Filter
Line 6 Echo Park
Boss DM-2 Delay
Boss VB-2 Vibrato (?)
Electro-Harmonix Holy Grail



Parte de trás do setup de Josh que permitiu a identificação dos pedais da Moogerfooger