quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Flea foi desafiado no "Ice Bucket Challenge" e postou vídeo

O baixista Flea foi desafiado no Ice Bucket Challenge (Desafio do Gelo) e postou vídeo em seu Instagram oficial e contou com a ajuda do baterista Chad Smith.

O  Ice Bucket Challenge é uma brincadeira que está acontecendo para arrecadar doações para o combate à esclerose lateral amiotrófica. Quem aceita o desafio, além de fazer uma doação em dinheiro, tem que indicar mais 3 pessoas para “tomar um banho de água gelada”. 

Flea foi desafiado pelo jogador do Los Angeles Lakers, Steve Nash.

Vídeo:




Agradecimentos: Site RHCP Brasil

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Entrevista de Chad Smith para a RollingStone falando sobre os 25 anos do álbum "Mother's Milk"

Matéria traduzida pelo site RHCP Brasil.


Os “funk-punkers” do Red Hot Chili Peppers enfrentaram tragédias e se reconstruíram com o álbum “Mother’s Milk”, de 1989. Chad Smith fala sobre o álbum, 25 anos depois.

Para o Red Hot Chili Peppers, o ano de 1988 foi o tipo de ano que poderia destruir bandas bem estabelecidas. Eles tinham lentamente construído um público cult com seus três primeiros álbuns – sendo que o último, “The Uplift Mofo Party Plan” de 1987, entrou na lista dos 200 mais vendidos da Billboard – mas a celebração foi cancelada quando um dos membros fundadores, o guitarrista Hillel Slovak, faleceu devido à uma overdose de heroína, em junho de 1988, aos 26 anos de idade.

Jack Irons, em seu momento de luto, não conseguiu continuar e saiu logo em seguida. O frontman Anthony Kiedis foi para reabilitação. A banda decidiu continuar com uma nova formação, incluindo o guitarrista Dewayne “Blackbyrd” McKnight e o baterista do Dead Kennedys, D.H. Peligro. Mas ambos seriam demitidos em alguns meses.

O Chili Peppers só começou sua “segunda vida” depois de conhecer o fã adolescente de Slovak, chamado John Frusciante, e o amante de hard-rock, chamado Chad Smith.

Chad havia mudado de Detroit para Los Angeles em agosto de 1988, e em dezembro ele já estava tocando bateria na banda. Isso se estabilizou como a formação mais duradoura dos Chili Peppers, responsáveis por 19 milhões de álbuns vendidos.

O dia 16 de agosto marca o aniversário de 25 anos do álbum “Mother’s Milk”, o álbum que colocou os Peppers no caminho do estrelato da MTV, nos principais festivais, e eventualmente, no Rock and Roll Hall of Fame.

Chad fala um pouco sobre esse momento que mudou sua vida, que re-inventou a banda e tornou o mundo um pouco mais louco.

Então, tudo isso aconteceu logo depois que você chegou na Califórnia.
Sim. Denise Zoom sabia que eles estavam procurando por um baterista, e um amigo meu, Newt Cole, que namorava Denise, disse: ‘Eu tenho um cara pra vocês. Eu sou amigo do Chad, cara. Ele come bateria no café da manhã’. Eu não sabia de nada, e foi assim que eu fui apresentado aos Chili Peppers. Então, quando eu fui para a audição, eu levei minha bateria para o lugar do ensaio, um buraco horrível e sujo em Silver Lake, eu olhei para o Flea e ele disse: ‘o que é isso? o seu café da manhã?’. E eu disse: ‘O quê?’, olhando para aquele cara baixinho, com um moicano engraçado. Todos estavam olhando para mim, se perguntando ‘quem é esse desengonçado, cabeludo de bandana do Centro-Oeste? Tirem esse cara daqui’. Naquela época, a cena do Sunset Strip estava forte: os Guns N’ Roses, Motley Crue. As coisas estavam acontecendo naquela época. E eles não eram assim, os Peppers eram anti esses tipos de banda. E eu também, mas me vestia daquele jeito porque eu sou de Detroit. E assim que eu comecei a tocar, cara, esses tipos de pensamentos foram embora.

Você tinha 26 anos naquela época?
Sim, eu tinha acabado de fazer 27 quando conheci eles. Anthony e Flea tinham 26 – nossos aniversários são em datas próximas – e John tinha 18 anos. Ele era muito novo, nunca tinha estado em um banda e agora estava tocando na sua banda favorita, ele era uma bola de energia. Quer dizer, naquela época, tudo que fazíamos era rápido e pesado, e era emocionante. Eu não sabia muitas coisas sobre a banda – ‘Oh, sim, os caras com meias em seus paus, e eles são muito loucos’.

Assim que entrei na banda, começamos logo a compor músicas – eu acho que eles tinham algumas músicas prontas antes disso. Claro, fizemos o cover de Stevie Wonder (Higher Ground), que foi meio que nossa entrada na MTV e coisas assim. Mas começamos logo a compor. Eu fiz um show no Roxy ou em algum outro lugar, na verdade, metade de um show com alguma outra banda, mas entramos de cabeça no processo de composição e era muito excitante e divertido. Em alguns meses, talvez, já estávamos gravando, o que é bem rápido comparando com hoje em dia. Levamos de 6 a 9 meses escrevendo músicas. Mas era muito boa aquela excitação de caras novos em uma banda, fazendo música. Era mágico e parecia um novo capítulo na história da banda. Anthony estava recém-sóbrio. Definitivamente era algo novo para nós, e eu amei. Eu pensei: ‘Isso é ótimo!’.

Fizemos uma pequena turnê pela Flórida. Literalmente, quando eu entrei na banda, eu tinha 20 dólares na minha conta bancária. E fizemos uma pequena turnê de 10 dias, e eu consegui 10.000 dólares. Eu pensei: ‘eu sou rico, porra’. Eu nunca vi tanto dinheiro assim, ou nada com “mil”. Eu não conseguia acreditar. Eu pensava: ‘Isso é demais! Meu Deus’. Foi incrível, como se eu tivesse ganhado na loteria. Foi demais.

Qual foi o último emprego regular que você teve? Você trabalhou em Los Angeles?
Eu trabalhei sim. Eu dormia no sofá de um amigo…Ele mudou para a Califórnia e estava trabalhando com produção de filmes, comerciais e videoclipes. Ele me arranjou em emprego em uma empresa chamada “Boyington Films”, que fazia comerciais e clipes de rock. O primeiro clipe de rock em que trabalhei – que foi apenas 1 mês depois que me mudei- foi para uma música do primeiro álbum solo do Keith Richards, “Talk is Cheap”. A música chamava “Take It So Hard”, e claro que eu sou um grande fã dos Rolling Stones. Haviam pequenas montanhas no cenário -feitas de papel alumínio e madeira compensada – que eu ajudei a fazer, e eu tinha que estar no estúdio, durante as gravações, em Hollywood. Eu estava tão animado, tipo ‘Wow….vou respirar o mesmo ar que o Keith Richards. Wow!’.

Eu estava torcendo para que ele não falasse para o diretor coisas como: ‘Oh, não acho que o ângulo da gravação está bom. Não acho isso ou aquilo’. Ele estava duas horas atrasado, e chegou tropeçando ao sair de uma limousine, com um saco grande de cocaína e um canivete nas mãos. E eu pensei: ‘Yeah, Rock N Roll”. Eles realmente plugaram seus instrumentos e tocaram, entre as gravações. Steve Jordan, pelo que me lembro, estava tocando baixo. Eu estava achando aquilo a melhor coisa do mundo. Eu trabalhei em alguns outros clipes, no departamento de arte. Ou seja: pegar café, arrumar as luzes, ajeitar os refletores, pintar um carro no clipe do Huey Lewis – qualquer coisa. Esse foi meu principal emprego antes de entrar para os Chili Peppers.

Aí começamos a fazer clipes para o “Mother’s Milk”. Fizemos nossos dois primeiros vídeos um após o outro, com a mesma empresa que eu trabalhei. Então, o mesmo diretor com quem eu estava trabalhando, agora estava dirigindo minha bateria. Eu dizia: ‘Deixa comigo’, e ele dizia: ‘não, não. Deixa comigo, é o meu trabalho. Você é o talento agora!’. Foi meio que uma mudança.

A melhor batida no álbum tem que ser “Magic Johnson”.
Deixa eu dizer algo sobre isso. Obviamente é uma marcha rítmica, e na verdade é a batida do ritmo de banda de desfile da escola do Flea e Anthony, Fairfax High School, em Hollywood. Acho que o Jack Irons, que tocou na banda antes de mim, tocou ela também porque ele estudou na Fairfax, então provavelmente é da onde ela saiu.

Mas, lembro que na época o nome dela era “Fairfax High”. Íamos editar as músicas, e eu voltei para Michigan para visitar minha família, por uma semana mais ou menos. Quando voltei, eu estava louco para ouvir as músicas, eles estavam adicionando ‘overdubs’ nelas. E o Anthony disse: ‘Oh cara, espere até ouvir o que fizemos com “Fairfax”. Ficou ótimo!’. E você tem que se lembrar: eu sendo do Michigan, sou um grande fã dos Detroit Pistons, certo? E amamos nosso basquete, obviamente. E esses caras eram fãs dos Lakers. Naquela época, os Lakers e os Pistons sempre iam para a final, e os Lakers derrotaram os Pistons em 1988. No ano seguinte, os Pistons voltaram e derrotaram os Lakers. Então havia essa rivalidade.
Então quando eu voltei e o Anthony disse: ‘Oh, você vai amar isso!’, eu disse: ‘Oh, legal. Mal posso esperar para ouvir’. Aí ele colocou a música para tocar…e dizia: “L.A. Lakers/ Fast Break makers..” (que significava que eles acabavam com todos os adversários), eu disse: ‘O quê?? O que é isso??Não! Eu odiei isso!’. Quer dizer, eu passei a amar os Lakers. Eu apoio eles, ao menos que eles joguem contra os meus Pistons, porque eu sou totalmente leal à minha cidade natal em todos os esportes.

Você teve que se aprofundar no punk rock para tocar a música “Punk Rock Classic”?
Sim, eu tive que estudar um pouco. Eles disseram: ‘Hey, ouça isso’. Eu lembro que o Anthony me deu uma fita cassete e disse: ‘nós fazemos algo mais pesado, algo mais punk, mas também com funk – é uma parte muito importante da nossa banda’. E eu lembro que ele me deu uma fita dos Meters e disse: ‘Escute Cissy Strut (do The Meters). Escute Funkadelic”. Eu conhecia essas bandas, mas tive que estudá-las. Eu gostava do Tower of Power, James Brown, e claro, Sly and The Family Stone, mas sim, eu tive que entrar de cabeça nessa coisa de punk rock. Reggae também. Eu não conseguia tocar uma batida de reggae sem cobrir meu rosto com um saco de papel. ‘Escute Bad Brains, cara. Bad Brains é a banda mais feroz que existe!’. Então sim, eu tive que fazer minha lição de casa.

Vocês tiveram alguma resposta do Stevie Wonder sobre o cover de “Higher Ground”?
Eu acho que o Flea viu ele em uma loja de música, e o empresário do Stevie levou Flea até ele, que estava sentado em um teclado, e disse: ‘Stevie, o Flea do Red Hot Chili Peppers está aqui!”. Eu não lembro exatamente como foi a conversa, mas Stevie disse: ‘Oh, claro. Eu ouvi a música’, e ele começou a tocar, porque a parte do baixo, no começo da música, é diferente da parte do clavinete. E se eu me lembro bem, o Flea me disse que o Stevie tocou a nossa versão (risos). Eu achei isso muito legal. Quer dizer, era muito popular. Stevie se sentiu lisonjeado, cara!

Alguma novidade sobre uma edição especial de 25 anos do álbum?
Sim, vai sair. Acho que vai ter algumas faixas bônus, como eles sempre gostam de fazer. Tenho quase certeza que vai ter um mix de um show ao vivo em Cleveland durante a época do Mother’s Milk, que provavelmente será em um disco bônus. Eu sei que será remasterizado, mas acho que as faixas bônus vão sair também. Não tenho certeza. Temos algumas coisas que não estão finalizadas, que as pessoas hoje em dia gostam de lançar, como o Jimmy Paige. Fiquei sabendo que tem uma versão alternativa de “Stairway To Heaven” saindo em breve (risos). Eu não sei, cara. Realmente fizemos uma versão de “Stairway To Heaven” para o Mother’s Milk, talvez deveríamos lançar antes que ele (Jimmy) lance” (risos).

Quais são os seus planos?
Estou entrando no estúdio. Vamos gravar novas músicas com os Peppers. Estamos fazendo umas “demos caprichadas”. Vamos lá e vemos o que temos. Irei gravar com o LL Cool J hoje, estou fazendo uma música com ele. Ele é muito positivo, um cara muito positivo. ‘Sim, cara. Vai ser ótimo. Você chega lá e dá o seu melhor. Vamos fazer história, cara’. Sou o cara mais sortudo do mundo. Tenho um emprego incrível.

Créditos: RollingStone.com
Tradução: RHCP Brasil

domingo, 17 de agosto de 2014

Josh Klinghoffer diz que Red Hot Chili Peppers já possui 30 músicas novas

O guitarrista do Red Hot Chili Peppers, Josh Klinghoffer, recentemente deu uma entrevista para a Noise11 e revelou mais detalhes das gravações do novo álbum do Red Hot Chili Peppers.


Vejam abaixo trechos da entrevista:

O guitarrista Josh Klinghoffer se juntou ao Red Hot Chili Peppers em 2009 e seu álbum de estreia na banda foi o álbum "I'm With You" (2011). Ele diz que a banda tem estado ocupado no estúdio para gravar o próximo disco, apesar de não ter um produtor ainda. 

"Os Chili Peppers estão trabalhando todo dia escrevendo. Nós produzimos demos mais elaboradas para a escrita. Pelo menos, mais do que a banda tinha antes. Flea é dono de um ótimo estúdio agora. Eu tenho gravado e escrito com os Chili Peppers todos os dias.

Nós escrevemos 30 canções até agora. Nós meio que fizemos isso da última vez, que foi no meu primeiro álbum. Empurramos uma porrada de coisas no Anthony e ele realmente deu conta. Ele escreveu a letra de 50 músicas no final. No fim, nós gravamos 50. Nós liberamos um extra de 17 que não foram no álbum. Estamos conscientes de não fazer isso de novo, mas já estamos com 28 ou 30 músicas."

Normalmente, o produtor musical Rick Rubin estaria trabalhando com a banda nessa fase, mas ele ainda nem passou pela porta do estúdio, nos permitindo achar/especular que o Red Hot Chili Peppers deve ter uma alternativa ao Rubin pela primeira vez em duas décadas depois de 23 anos juntos.

Enquanto os Red Hot Chili Peppers continuam trabalhando no próximo álbum, Josh Klinghoffer vai lançar dois álbuns este ano com sua outra banda Dot Hacker. "How's Your Process? (Work)" já foi lançado e está disponível e "How's Your Process? (Play)" será lançado em outubro deste ano.

Fonte: Noise11.com

Red Hot Chili Peppers - The Adventures of Rain Dance Maggie [Official Music Video]

Neste dia, em 2011, foi lançado o primeiro clipe do álbum I'm With You: "The Adventures of Rain Dance Maggie".

Sobre o clipe, Klasfeld disse: "Anthony e eu estávamos assistindo o clipe 'Get Back' dos The Beatles, onde eles tocam em um telhado, e decidimos: Não vai ser legal fazermos algo assim? Gravamos na Califórnia, em uma hora mágica e fazemos algo icônico para uma banda icônica".

O vídeo foi gravado em cima de um telhado sem uso de proteção: "Ficamos um pouco preocupados, porque não tinha nenhuma rede de proteção naquele telhado. Descobrimos o local de última hora, porque tinha uma vista incrível. Mas nas bordas, se você cair...é fatal.

Então ficamos um pouco preocupados, mas eles são profissionais.

Eles já fizeram isso um milhão de vezes e eles sabem os limites de tudo que fazem. A idéia era ser algo simples e icônico. E nos mantemos fiel à isso, e os resultados vocês podem ver no vídeo".

sábado, 16 de agosto de 2014

EMI está planejando liberar uma versão inédita do álbum "Mother’s Milk"


A EMI (antiga gravadora do Red Hot Chili Peppers) está planejando liberar uma versão inédita do Mother’s Milk ainda em 2014, no ano do 25º aniversário do álbum. 

Segundo Chad Smith, um “material extra” será introduzido no lançamento. Em uma entrevista em comemoração ao aniversário do álbum neste mês com a Rolling Stone, Chad Smith afirmou que uma versão remasterizada ainda está sendo trabalhada e que um show ao vivo gravado em Cleveland será incluído.

Mais informações: Rollingstone.com

25 anos de lançamento do álbum Mother's Milk


Hoje, 16 de agosto de 2014, o álbum Mother's Milk completa 25 anos de lançamento.


Mother's Milk é o quarto álbum de estúdio da banda Red Hot Chili Peppers, lançado em agosto de 1989 pela EMI e produzido por Michael Beinhorn.

O álbum é marcado pela entrada do guitarrista John Frusciante e pelo baterista Chad Smith. John era um super fã da banda e realizou seu sonho em se tornar um Chili Peppers e de acordo com Flea, o baterista Chad Smith foi o baterista mais rápido e técnico durante os testes realizados por Anthony Kiedis e Flea para entrar na banda.

Com o lançamento do cd, a banda obteve um grande sucesso no mundo todo com as músicas Knock Me Down e Higher Ground. O álbum se tornou ainda o primeiro disco de ouro no início do ano de 1990.

Mother's Milk teve quatro videoclipes: Higher GroundKnock Me DownTaste The Pain e Good Times Boys.

Higher Ground 


Knock Me Down


Taste The Pain 


Good Time Boys 

29 anos de lançamento do álbum Freaky Styley


 Hoje, 16 de agosto de 2014, o álbum Freaky Styley completa 29 anos de lançamento

Freaky Styley é o segundo álbum de estúdio dos Red Hot Chili Peppers, lançado em agosto de 1985 no IME e produzido por George Clinton. Fazem parte do cd o vocalista Anthony Kiedis, o baixista Flea, o guitarrista Hillel Slovak e o baterista Cliff Martinez.

O álbum foi gravado no Detroit's famed R&B and funky United Sound Systems studios na borda do campus da Wayne State University. Clinton combinou vários elementos do punk e funk no repertório da banda na produção do álbum, permitindo que as músicas que contém no cd incorporem uma variedade de estilos distintos.

O álbum é considerado um dos álbuns pioneiros do Funk-Rock dos anos 80!

Freaky Styley teve dois videoclipes: Jungle Man e Catholic School Girls Rule.

Jungle Man (Rockpalast)

Catholic School Girls Rule (Videoclip)

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

John Frusciante - Outsides EP (2013)

Álbum: Outsides EP
Gravadora: Record Collection
Data de lançamento: 14 de Agosto no Japão | 27 de Agosto de 2013 mundialmente
Gênero: Experimental Rock, Free JazzProgressive Synth Pop

Faixas: 
01 - Same
02 - Breathiac
03 - Shelf
04 - Sol (Faixa bônus da versão Japonesa)

Descrição do Álbum: 
Outsides consiste em um solo de guitarra de 10 minutos e duas abstratas peças musicais "out". Aqui eu uso a palavra "out" no mesmo sentido em que o termo foi usado no free jazz. É uma abordagem moderna aos conceitos de harmonia encontrados no free jazz dos anos 50/60 e em algumas músicas clássicas do século XX. Não emprego nenhum aspecto de harmonia do rock ou pop, e essa é basicamente a abordagem, apenas fazer música que não é confidente a nenhum centro, no PBX isso foi cedido pelo meu estilo de composição. Considero isso como trabalhar junto com linhas abstratas. Me mover para frente, fazer música sonoramente cheia sem recorrer a qualquer relacionamento musical familiar de harmonia para servir como base tem sido um objetivo meu há um bom tempo. Ambas as canções tem meu estilo de bateria e de solos de guitarra, mas ainda assim penso nelas como minha versão de música clássica moderna. Elas começam como orquestra, mas eu vou aonde a música me levar, e uso qualquer instrumento para expressar meus sentimentos, assim como uso aspectos de qualquer estilo. Por exemplo, em "Shelf", apesar da inconvencional tonalidade da sessão, fiquei surpreso ao descobrir que um solo de blues cairia bem. Inclusive, ambas as canções tem sessões de Acid.

A primeira canção, na contramão, é uma nova abordagem à forma do solo estendido. O efeito vem de uma improvisação entre bateria e guitarra, mas essas interações específicas entre esses instrumentos não poderia ter vez com um baterista tradicional e um guitarrista solo. É basicamente meu baterista dos sonhos, pois ele ouve e responde ao que estou tocando, e ainda também me dá uma sólida âncora para eu também responder, sem os habituais atrasos envolvidos nessas ações contrárias. Isso também me dá grandes espaços de silêncio, e então volta exatamente em um dos meus acentos, como se ele soubesse que eu iria tocar uma nota naquele preciso lugar. Essa interação impossível faz dupla com o fato de que o solo de guitarra foi feito para uma repetitiva versão de dois compassos de batida de bateria, então mais tarde eu retalho as batidas e elas interagem entre si e respondem ao solo nos inteiros 10 minutos. Uso apenas uma pausa na música inteira, tentando tirar o máximo que posso disso. É incrível quantas novas batidas podem ser encontradas em uma pausa de um compasso. Esse método de trabalho me permitiu uma unificação polirrítmica com a guitarra, enquanto a sagacidade da bateria permanece tão boa quanto a de um baterista funk que, de alguma forma, mentalmente, acompanha e completa cada polirritmo perfeitamente. Bateristas funk normalmente lideram suas bandas, enquanto bateristas ocupados que suportam solistas polirrítmicos precisam ouvir e serem guiados pelos solistas, e, ainda sobre essa canção, o baterista faz essas duas coisas ao mesmo tempo. 

Igualmente, os outros instrumentos vão mudando pela sessão e normalmente solos estendidos não tem sessões, por assim dizer. Eu mantenho uma consciência de ciclos de 16 compassos, visto que solistas de rock e suas bandas geralmente abandonam múltiplos de 8 compassos, e perdem vista da grande paisagem, daí os tediosos longos solos conhecidos. Em outras palavras, um cara normalmente sola sobre talvez uma base de dois compassos, e todo mundo naturalmente continua a ouvir espaços maiores, mas gradualmente esses espaços se tornam diferentes para cada pessoa ouvindo a música. Isso não apenas desconecta a audiência da banda, como também desconecta os membros da banda entre si. Esse é o efeito oposto em que o rock geralmente se esforça para alcançar. Assim, esse solo se move adiante, como uma canção faz, e a guitarra precisa mudar tons com a música do mesmo jeito que um vocalista precisa. Em solos estendidos, guitarristas camuflam essa inconveniência solando sobre bases musicais sólidas, chamadas vamps, ou solando sobre uma progressão de acordes em que os acordes variam nas mesmas 7 notas. Quando são apresentados a uma progressão assim, a maioria dos guitarrista faz uma melodia ou compõe um plano básico para o solo. Você não ouve pessoas improvisando um solo longo e balístico como esse sobre esse tipo de progressão estilo clássico/Tony Banks. Essa habilidade vem parcialmente do fato de que quando eu treinava junto com um CD, eu tocava uma parte e cantarolava o teclado, enquanto estava pensando em pelo menos uma outra parte, estava cantarolando o baixo e meus olhos seguiam as casas que a parte do baixo estaria se eu estivesse tocando-o. Se eu falho em "ver" as partes do baixo em algumas notas, eu volto e faço de novo até eu estar tocando a parte do teclado e ver as partes do baixo. Farei isso com todos os instrumentos até meu cérebro entender a relação própria de frequência e ritmo, e, fazendo isso, eu terei uma noção mental tão boa quanto eu poderia querer do "porquê" daquela peça musical me fazer me sentir como me sinto. Pequenos solos de guitarra sobre mudanças moduladas são particularmente iluminados usando esse método prático.Se um músico toca os acordes enquanto vê o solo e depois toca o solo enquanto vê os acordes, se torna claro o "porquê" de guitarristas terem escolhidos aquelas notas particulares como uma vez fizeram. Essa forma de treino é baseado no mesmo princípio musical básico que a guitarra base de Jimi Hendrix nos mostrou, que é que você pode pensar nos acordes e no solo ao mesmo tempo. Nós, guitarristas, previamente entendemos esse princípio como "Eu posso tocar acordes e solos ao mesmo tempo", mas hoje em dia, mais de 40 anos depois, podemos apreciar que foi essa habilidade de pensar nos acordes e no solo que o fez tocar naquele estilo, e um novo tipo de solar pode ser resultado desse engajamento nessa mesma ação mental, mas apenas tocando o solo. Allan Holdsworth sempre foi ótimo nisso, mas não estamos falando sobre jazz aqui. Guitarristas de rock geralmente não fazem muita questão de pensar em nada além de seu estilo de tocar num longo solo, e eu não poderia tocar desse jeito se não estivesse apto para dividir minha atenção entre meu sempre mutável ambiente musical e o meu próprio instrumento. Pirar enquanto você está mentalmente considerando duas percepções opostas na sua mão, é uma habilidade que músicos de rock como um todo ainda precisam desenvolver.

Esse estilo que estou tocando é basicamente o estilo que toco no PBX, mas agora eu tenho tocado desse jeito com um total abandono de prudência. Isso é mais um desenvolvimento mental do que físico. A dificuldade de tocar nesse estilo é pensar em duas melodias separadas, em duas séries diferentes, ao mesmo tempo, e executá-las em steps alternados para que ocorra uma passagem para uma melodia única. Esse princípio humildemente começou com os principais trabalhos de Robert Fripp nos anos 70, e foi muito desenvolvido com pessoas programando [sintetizadores] 303 e 202 nos anos 80, 90 e 2000.

Durante os últimos minutos do solo, a guitarra é tratada pelo meu sintetizador modular e seu sequenciador de 64 steps, recebendo muitos triggers de uma 606 drum machine modificada, e novamente, é um verdadeiro prazer adicionar numa improvisação ações musicais que estão coerentes com o pensamento do solista. Nesse caso, sou eu pirando com o som da minha guitarra com o mesmo abandono com que toquei o instrumento.

Rock é música eletrônica, totalmente dependente de circuitos eletrônicos e amplificação. Essa música dá nova vida ao antigo e popularmente descreditado estilo do rock de solos de guitarra estendidos, e isso também é progressive synth pop, a mesma coisa. Este EP tem 20 minutos de duração.

- John

Ouça online:


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Creditos: Muro do Classic Rock

Agradecimentos do texto/postagem: Universo Frusciante

Red Hot Chili Peppers - Soul To Squeeze [Official Music Video]

Hoje, 15 de agosto de 2014, o videoclipe de "Soul To Squeeze" completa 21 anos de lançamento. O vídeo foi lançado no dia 15 de agosto de 1993 e foi dirigido por Kevin Kerslake.

A música foi lançada como single e como parte da trilha sonora do filme Coneheads.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Red Hot Chili Peppers - Huntridge Theater - Las Vegas 1998 (One Hot Weekend - Both Days)


Nos dias 05 e 06 de setembro de 1998, o Red Hot Chili Peppers realizou dois shows em Nevada, Las Vegas. Ambos os shows foram no Huntridge Theater.

Set list dos dois dias de shows:

Dia I  (05/09/1998)

1. I Like Dirt
2. Under The Bridge
3. Backwoods
4. Bunker Hill
5. If You Have To Ask
6. I Want You Back (The Jackson 5 cover)
7. Fat Man (Fats Domino cover)
8. Blackeyed Blonde
9. Emit Remmus
10. I Could Have Lied
11. Give It Away
12. Tiny Dancer (Elton John) John Frusciante
13. Scar Tisse
14. Me and My Friends
15. Pea - Flea

Dia II (06/09/1998)

1. I Like Dirt
2. Funky Crime
3. Under The Bridge
4. Bunker Hill
5.If You Have To Ask
6. I Want You Back (Jackson 5)
7. Nobody Weird Like Me
8. Emit Remmus
9. Fat Man
10. Long Division (Fugazi Cover)
11. Give It Away
12. Your Song (Elton John) John Frusciante
13. Scar Tissue
14. Love Trilogy
15. Pea - Flea
16. Soul To Squeeze
17. Me And My Friends
18. Yertle The Turtle
19. Freaky Styley
20. Cosmic Slop (Funkadelic)
21. Atomic Dog (George Clinton cover)
22. Funky Monks Jam
23. Up on the Sun (Meat Puppets cover)
24. Search And Destroy (Iggy & The Stooges cover) 

I Could Have Lied

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Red Hot Chili Peppers - Coffee Shop [Official Music Video]

Hoje, 12 de agosto de 2014, o videoclipe de "Coffee Shop" completa 18 anos de lançamento. O vídeo foi lançado em 12 de agosto de 1996 e foi dirigido por Gavin Bowden.

domingo, 10 de agosto de 2014

Anthony Kiedis aparece na lista dos "7 rockeiros que você iria querer como pai" (2013)

Um artigo da revista "Cifras" publicou no ano passado uma lista com "7 rockeiros que você iria querer como pai" e o vocalista do Red Hot Chili Peppers, Anthony Kiedis, faz parte desta lista, que contém também os artistas: Max Cavalera, Slash, Steven Tyler, Eddie Van Halen, Dave Grohl e Billie Joe Armstrong.

Segue abaixo a transcrição falando do Anthony Kiedis:


Após vários anos conturbados por conta de seu envolvimento com drogas, parece que o nascimento do filho Everly bear em 2007 veio para selar os dias de escuridão de Anthony Kiedis, que já estava "limpo" desde 2000. O vocalista do Red Hot Chili Peppers colocou esse nome no filho em homenagem a sua banda favorita, The Everly Brothers.

30 anos de lançamento do álbum "The Red Hot Chili Peppers"


The Red Hot Chili Peppers é o álbum de estréia da banda Red Hot Chili Peppers, lançado no dia 10 de agosto de 1984 pela EMI. O álbum foi produzido pelo produtor Andy Gill.

Em outubro de 1983, o Red Hot Chili Peppers fez o seu primeiro contrato com uma gravadora. A banda tinha apenas 6 meses, quando eles fecharam um contrato com a EMI. No entanto, o guitarrista Hillel Slovak e o baterista Jack Irons também estavam em uma banda chamada What Is This?, ao qual tinham feito acordo duas semanas antes, então os dois não tocaram com a banda. O vocalista Anthony Kiedis e o baixista Flea chamaram o guitarrista Jack Sherman e o baterista Cliff Martinez para substituir.

A música True Men Don't Kill Coyotes foi escolhida pela banda para ser single e videoclipe.

Durante a turnê de divulgação, os Peppers continuam a estender a lista de shows e começam a tocar na costa-oeste e médio-oeste dos EUA.

The Red Hot Chili Peppers
Anthony Kiedis - vocal
Flea - baixo
Cliff Martinez – bateria
Jack Sherman - guitarra

Músicos Adicionais
Keith Barry – Viola
Gwen Dickey – background vocals
Patrick English – trompete
Kenny Flood – sax tenor
Phil Ranelin – trombone

Gravação
Andy Gill– produtor
Spit Stix– produtor (demos)
Dave Jerden – Engenheiro de áudio
Carolyn Collins – Engenheiro assistente
Rob Stevens – Mixagem
Barry Conley – Mixagem
Greg Fulginiti – Masterização

Capa
Gary Panter – Capa
Edward Colver – fotografia
Howard Rosenberg – fotografia
Henry Marquez – direção de arte

True Men Don't Kill Coyotes
  

sábado, 9 de agosto de 2014

Amanhã o álbum "The Red Hot Chili Peppers" completa 30 anos de lançamento!


Amanhã será uma data marcante na história do Red Hot Chili Peppers e para todos os fãs da banda. O primeiro álbum de estúdio completa nada mais nada menos que 30 ANOS de lançamento! É isso mesmo! 30 anos mostrando ao mundo a melhor e maior banda do mundo!

Abaixo iremos ver uma breve biografia do antes e do depois do lançamento do álbum:


O Red Hot Chili Peppers tem seu embrião desde 1979, nos intervalos entre aulas da Fairfax High School, em Hollywood, Los Angeles. Os garotos de 15 anos, Flea, Hillel Slovak e Jack Irons eram três amigos que tinham algumas ambições musicais formando a banda chamada Anthym. Um dos grandes admiradores dessa banda era Anthony Kiedis, também amigo de infância de Flea, Hillel e Irons.

Em fevereiro de 1983 nasce o Red Hot Chili Peppers, ainda com o nome de "Tony Flow and the Miraculousy Majestic Masters of Mayhem", a partir de uma ideia súbita de Anthony Kiedis, e com ele Flea, Hillel Slovak, Jack Irons e se apresentaram pela primeira vez no Rhythm Lounge, um clube de Los Angeles para um público de 30 pessoas. Eles "escreveram" para a ocasião, que envolveu a banda improvisando uma canção, enquanto Kiedis fez um rap de um poema que ele havia escrito, chamado "Out in LA". Slovak e Irons já estavam comprometidos com outro grupo, What Is This?, que se destinava a ser uma performance única. 

Hillel Slovak, Jack Irons, Alain Johannes e Flea nos tempos de What Is This?

No entanto, o desempenho foi tão animado que a banda foi convidada a voltar na semana seguinte. Devido a este sucesso inesperado, a banda mudou seu nome para The Red Hot Chili Peppers, tocando vários shows em vários clubes de Los Angeles e locais de musicais . A explicação para o nome vem de um improviso de Anthony Kiedis que conta: "Eu estava caminhando em Hollywood Hills e vi esse nome piscando num arbusto psicodélico" (o arbusto era em formato de pimenta), mas essa história parece muito mais uma lenda ou piada de Anthony, do que a verdadeira história. O que parece ser mais próximo da realidade é que eles adoravam comida mexicana com bastante pimenta (chili), Flea era fã da banda de apoio de Louis Armstrong "Red Hot Peppers" e Anthony Kiedis não poderia esquecer o nome da banda que tocou num pub em Londres, a "Chili Willy and the Red Hot Peppers". Seis canções desses shows iniciais foram na fita da banda primeira demo, que os tornaram famosos.

Três meses depois eles recebem uma oferta da Run DMC num mini festival. No mesmo tempo que Hillel e Irons ainda tocavam no What Is This?, enquanto Flea continuava tocando com o Fear. No entanto, algo fazia com que o Red Hot Chili Peppers tivesse algo a mais. Mark Richardson conhecido como "Roaster", um descobridor de talentos, procurou a banda e no verão de 1983, os Peppers já tinham uma programação completa. Eles fizeram shows por toda a cidade e no Kit-Kat Club, onde eles apareceram totalmente nús, apenas vestindo meias sobre o pênis (Socks on Cocks).


E em outubro de 1983, o Red Hot Chili Peppers assina o seu primeiro contrato com uma gravadora. A banda tinha apenas seis meses, quando eles assinaram um contrato com a EMI, o que gerou problema, pois o grupo não pôde contar com Hillel Slovak e Jack Irons, que tinham compromissos com o What Is This?, que fazia parte do elenco da MCA Records. Além do que Hillel e Jack acreditavam mais na sua banda que no RHCP, sabiam que tudo não passava de hobby e preferiam investir no seu antigo sonho de adolescência. Não teve outra, Anthony e Flea ficaram arrasados com a notícia e com a postura dos outros dois. Kiedis e Flea seriam obrigados a gravar no início do próximo ano, para contornar a situação chamaram então, o guitarrista Jack Sherman e o baterista Cliff Martinez. Porém, a química não era a mesma. Para tentar contornar o problema, a EMI sugeriu Andy Gill para ser o produtor do álbum, sendo bastante aceito por Anthony e Flea. Todavia, surgiu um conflito musical entre eles, pois Andy Gill não dava liberdade para a banda criar melodias próprias além de querer fazer com que suas músicas soassem modernas e mecânicas.

The Red Hot Chili Peppers é o álbum de estréia da banda Red Hot Chili Peppers, lançado no dia 10 de agosto de 1984 pela EMI. O álbum foi produzido pelo produtor Andy Gill. A música True Men Don't Kill Coyotes foi escolhida pela banda para ser single e videoclipe. 

Cartaz de divulgação da turnê do ano de 1984

 Durante a turnê de divulgação, os Peppers continuam a estender a lista de shows e começam a tocar na costa-oeste e médio-oeste dos EUA.

Músicas inéditas da época do álbum "Californication" são divulgadas


O canal no YouTube RHCPtv6 recentemente divulgou algumas músicas das sessões "By The Way" nunca antes lançado/divulgado pela banda. Dessa vez foi divulgado algumas músicas/instrumentais da época do Californication.

Segue abaixo as músicas postada no canal RHCPtv6:

Red Hot Chili Peppers - Californication [Alternate Version, Mixes Demo]

 Red Hot Chili Peppers - These Are Not My Dreams Of Bunker Hill [Demo]

Red Hot Chili Peppers - Gong Li [Demo]

Red Hot Chili Peppers - Plate Of Brown [Demo]

Red Hot Chili Peppers - Get On Top [Demo]

Red Hot Chili Peppers - Teatro Jam (Longer, With More Vocals) [Demo]

Red Hot Chili Peppers - Instrumental Jam [Demo]

Red Hot Chili Peppers - Warped [Official Music Video]

Hoje, 09 de agosto de 2014, o videoclipe de "Warped" completa 19 anos de lançamento. O vídeo foi lançado em 09 de agosto de 1995 e foi dirigido por Gavin Bowden.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Músicas inéditas das sessões do álbum "By The Way" são divulgadas

O canal no YouTube RHCPtv6 divulgou três músicas inéditas nunca antes lançado pelo Red Hot Chili Peppers durante as sessões do álbum "By The Way".

As músicas "Goldmine""Fall Water" e "Rock & Roll" foram gravadas nas sessões de By The Way e são inéditos aos fãs e o dono do canal RHCPtv6 ainda diz que pode soltar mais algumas canções das sessões de Californication e Greatest Hits - uma delas se chama "Circle of the Noose" - para saber mais leia a descrição nos vídeos postados.

Goldmine 

Fall Water 

 Rock & Roll 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Thom Yorke (Radiohead) se diz influenciado pela maneira que John Frusciante toca


Thom Yorke (Radiohead), disse em uma entrevista em 2007 que a música "Reckoner" (In Rainbows) foi influenciada pela maneira como John toca. 

O que mais vocês podem nos dizer sobre "Reckoner" além da seção excelente, que vem acima do ponto médio?

Ed O'Brien:
Bem ... O que eu posso dizer? Ela foi uma música que realmente evoluiu no estúdio. Ela não tinha sido testada na estrada. Foi emocionante para ... nós, provavelmente é uma das faixas mais interessantes do álbum, porque nós realmente não temos uma visão sobre ela. Ela só evolui e eu acho que ouvir os falsetes de Thom é realmente novo, é uh ... É uma espécie de ... parece ... não estávamos tentando fazer isso, mas nós estávamos apenas tentando tirá-la e fazê-la, você sabe, tentar apresentar algo com uma percussão e fazer tudo diferente, e olhando para trás e um tipo de sensação real para se sentir...

..Thom Yorke:
Sério? Me lembra o início das raves de 1992. É apenas uma coisa batida, eu acho. Uh ... hum ... não é rave do início de 1992. A verdade direta dos fatos, rapaz! Enfim, o engraçado era que para ser honesto, a guitarra era muito influenciado por ... Fui ver o Red Hot Chili Peppers algumas vezes e eu realmente gosto da maneira como John Frusciante toca. E uh ... era uma espécie de homenagem ao que na minha opinião e dificil "não poder-realmente-escolher um tipo de caminho".

Via John Frusciante effects.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Dot Hacker - "Elevator" live at the BlindBlindTiger.com Speakeasy

Vídeo postado pelo canal no YouTube Blind Blind Tiger do grupo Dot Hacker fazendo a performance da nova música "Elevator" do novo álbum "How's Your Process? (Work)" live from the BlindBlindTiger.com Speakeasy.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Curiosidades RHCP: Guitarra utilizada por John Frusciante no clipe "Can't Stop"

Ao longo dos dias, será postado aqui no Blog RHCP Brasil curiosidades do Red Hot Chili Peppers ao longo de toda história da banda, contando também um pouco de curiosidades dos membros e ex-membros da banda.

A próxima curiosidade é da guitarra utilizada por John Frusciante no clipe "Can't Stop" ao qual o próprio John comentou:


Atentos observadores podem terem ficados surpresos ao ver John empunhando uma Fender Toronado no vídeo de "Can't Stop". "Sim, o diretor me pediu para tocar com ela, apenas por causa da cor", esclarece John. "Eu não toco guitarra a menos que elas sejam dos anos sessenta ou antes disso, então eu não iria tocar com ela, mas parecia tudo certo para mim. Achei que a forma com que ela foi usada é muito legal. Ele só queria que eu a usasse por causa da cor e ele foi um ditador ao invés de um diretor, então eu realmente não discuti com ele!" 

*A guitarra que John Frusciante usou durante as filmagens é - ao melhor - foi uma Fender Toronado '98 Deluxe Series. 

Guitarist Magazine - Junho/2003

Texto via John Frusciante effects

Entrevista de Anthony Kiedis na revista Classic Rock

O vocalista do Red Hot Chili Peppers, Anthony Kiedis, foi entrevistado pela revista Classic Rock e falou sobre bastantes assuntos, entre eles sobre sua autobiografia Scar Tissue (lançada em 2004), seu pai Blackie Dammett, seu filho Everly Bear, sobre como ser pai mudou a sua vida, e mais assuntos.



Em sua autobiografia, Scar Tissue, você retratou uma educação muito pouco convencional, vivendo com seu pai ator em Hollywood. 

Eu realmente olhei para meu pai, e foi provavelmente o mais livremente que eu já estive. Foi uma pré-auto-destruição, por isso foi um bom período para mim. 

Você não acha que o compartilhamento das namoradas de seu pai com uma criança pode ter tido algo a ver com que a auto-destruição mais tarde? 

Er, você sabe, eu acho que havia uma bomba-relógio dentro de mim que estava sempre prestes a explodir. Ambiente tem sempre uma influência, mas que teria acontecido a mim em algum momento de qualquer maneira. Mas homens, as crianças, ainda continuam a ler esse livro. Eles vêm até mim o tempo todo e me dizem: "Meu Deus, você é uma aberração". 

Agora você é um pai para um filho de seis anos de idade Everly Bear. 

Tanto quanto eu sei que é apenas uma criança. Ele nasceu logo depois que saiu de uma turnê, que foi cosmicamente muito correto. Ser pai é a viagem mais legal que eu já fiz. Eu vivo no país. Eu acordei com o meu filho todos os dias, ir surfar e pensar sobre música. Isso funciona para mim hoje. Eu acredito que meu filho vai me manter vivo e bem vibrante. Eu definitivamente estou procurando por um longo tempo neste momento. Mas, então, eu nunca me senti que morrer era uma boa ideia. 

De que outra forma ser um pai mudou? 

Meu primeiro pensamento todos os dias agora é ir ver meu filho e ter certeza que ele está feliz. É um grande alívio. Um menino dizendo que ele te ama ou segurando seu corpo junto ao seu, aqueles realmente são os altos que não têm nenhum revés. 

Quais as competências parentais você tem sido capaz de aplicar para estar em uma banda? 

Paciência. Comecei a ler livros spbre pais quando o meu filho ainda estava no ventre de sua mãe. Eu li uma página no livro e pensei: "Eu não vou fazer isso. Eu já entendi como se relacionar com as pessoas. "Então eu coloquei os livros para baixo e chamei a minha mãe. Ela tinha um pai legal, e eu perguntei o que era a melhor coisa que ela conseguia se lembrar dele. Ela me disse que ele era ridiculamente paciente com seus filhos. Eu gostei disso. Com o meu filho eu resolvi colocar todos os meus esforços para ser paciente com ele. Quando ele está tendo um colapso, se eu meio que sentar-se lá por cinco minutos, em seguida, tudo muda. Agora eu posso aplicar isso a Josh [Klinghoffer, o guitarrista atual dos Chilis Peppers]. 

Josh realmente parece jovem o bastante para ser seu filho. 

Oh, ele é irritantemente jovem e bonito. 

O que você acha que seu filho Everly Bear vai fazer de seus anos selvagens quando ler Scar Tissue? 

Eu não acho que ele vai se preocupar tanto. Ele e eu somos extremamente comunicativos. Acho que vai ser sempre assim. E eu não tenho nada a esconder dele ou se envergonhar. Absolutamente nada. 

Para ler a entrevista completa em inglês: Anthonykiedis.net

domingo, 3 de agosto de 2014

Vintage Guitar: Guitarras favoritas do John Frusciante

Outtakes de uma seção de fotos que o John fez em 2009 para Vintage Guitar. Em destaque algumas das guitarras preferidas do John.

[...] Frusciante recentemente terminou seu último disco solo, The Empyrean - Um álbum conceitual no qual ele usou uma vasta gama de equipamentos vintages¹. Ele estava feliz em explicar seu processo criativo para a gravação das faixas e graciosamente permitiu à Vintage Guitar total acesso para olhar muitas das suas guitarras favoritas. Embora ele não se considere um colecionador, ao longo de anos Frusciante adquiriu um impressionante arsenal de instrumentos, preferindo as Stratos pré-CBS como sua escolha de guitarra tanto em palco, como em estúdio.


Fotos por Neil Zlozower:

Frusciante MainFender Stratocaster
St. George XK121969 Gibson Les Paul Custom
Gretsch White FalconRickenbacker 365 Deluxe
Gibson ES-175Gibson ES-335
ender Stratocastersmid '50
61 n Fiesta Redhis 1962 Fender Jaguar
Martin 0-15Circa 1961 Gibson SG/Les Paul Custom
Fender Bass VIPrecision Bass

Como você descreveu, há muitas atmosferas diferente, e soa como se houvessem diferentes montagens para cada canção. O que você estava usando para alcançar os sons?
John Frusciante: Tão amplamente como guitarras e efeitos, em todas as minhas gravações solo no passado, eu nunca usei o mesmo artifício que eu uso nos Chili Peppers. Nos Chili Peppers, eu sempre tenho uma Marshall Major, Marshall Jubilee, e minhas velhas Fender Stratocasters. Minha Strat principal é uma Sunburst ’62, minha segunda favorita é uma Sunburst ’57 (nota da edição: colocações sugerem que a Strat é na verdade uma ’55) e minha terceira é uma Red ’61. É interessante, a relação entre o tom quando você toca uma guitarra elétrica acusticamente e quando você toca através de um amplificador. Há definitivamente uma correlação entre como ele soa acusticamente e como ele soa através de um amplificador. Esta é minha guitarra de som mais acelerado, acusticamente e plugada. É muito acerca da maneira como ele vibra quando você toca notas diferentes. Naquela guitarra, há certas lamúrias onde você ouve um som refletido [não consegui traduzir essa frase melhor que isso]. Ela tem que fazer com as origens no passado, mas é interessante como algumas guitarras têm certos pontos de acesso nelas e certos locais parece que vibram mais que outros. É tudo coisa que dá a ela personalidade. Eu gosto de trabalhar e explorar coisas assim. Ela te dá um caminho para a viagem ao invés de apenas ter todas as opções e nenhum lugar para ir. É como ter uma liberdade sem limites, mas não saber o que fazer com ela.

Então as guitarras deste álbum foram uma daquelas três Strats e, nas partes acústicas, um Martin todo-mogno. Para amplificadores, eu estava usando ambas Major e Jubilee. Eu usei um Fender Bassman em umas poucas coisas também. Nos últimos anos eu busquei profundamente o que eu posso fazer com uma Marshall e uma Strat, tão amplamente quanto feedback, tom, e coisas como pedais wah. Pelo fato de estar entre sintetizadores, eu comecei a aproximar as ferramentas na configuração básica de uma guitarra com distorção, wah, barra whammy, e amplificação. Eu comecei realmente a procurar aquilo como parâmetros, assim como knobs em um sintetizador. Apenas há maneiras de produzir sons diferentes. Para este, eu quis usar o mesmo mecanismo que uso nos Chili Peppers, porque esta é a parte de mim que eu tenho posto no maior tempo de desenvolvimento.

Fonte: Universo Frusciante